3 motivos para fazer Cibersegurança

Raiza Moreno
Colaboradora Raiza Moreno
1

Crédito: Pixabay

Home office, cursos e aulas EAD, sites de compras, aplicativos, mercado online, trâmites bancários via app e todos os outros universos que a tecnologia nos fez adentrar, faz-se necessário o surgimento de várias novas profissões. Uma delas, ocupando um lugar para lá de importante, é a Cibersegurança. Dessa forma, leia neste artigo 3 motivos para fazer Cibersegurança.

Em síntese, iremos te apresentar a este curso e também, dar alguns motivos para que você ingresse em uma graduação de Cibersegurança.

Vamos lá?

Ainda dá tempo de se organizar em 2021!

 

Preparamos um planner para você não deixar nada passar

O que é Cibersegurança?

Antes de mais, você só encontrará razões para estudar algo, se souber do que se trata. Assim, iremos te apresentar brevemente o curso e a carreira do profissional de Cibersegurança.

Sobretudo, o profissional de Cibersegurança é responsável por proteger usuários, servidores, computadores, sistemas eletrônicos, dispositivos móveis, redes de dados e demais aspectos digitais, contra possíveis ataques. Mas, que ataques são esses?

Bem, o mundo digital sabe tudo sobre a nossa vida, desde lugares que gostamos de frequentar, coisas que compramos e até os nossos dados bancários. Assim, invasores constantemente buscam acessar esse tipo de informação para uma série de finalidades, como golpes, fraudes, clonagem e até, os vírus presentes em sites.

A Cibersegurança é denominada também, como segurança de informações eletrônicas e/ou segurança da tecnologia da informação. Esse termo, de modo geral, possui uma aplicabilidade extensa, variando em categorias e contextos. Como, por exemplo:

  • Segurança operacional;
  • Segurança de aplicativos;
  • Segurança de rede;
  • Recuperação de desastres;
  • Segurança de informações;
  • Educação destinada ao usuário;
  • Entre outros.

O que faz o profissional de Cibersegurança?

O curso de Cibersegurança prepara o estudante para tornar-se apto a identificação de possíveis fragilidades em sistemas. Ainda, os estudos fornecem treino o suficiente para que o graduando seja capaz de criar soluções para sanar estas vulnerabilidades sistemáticas.

Por fim, o profissional tem de ser experiente e conhecedor das categorias diferentes em relação às normas e protocolos que envolvem a segurança de um sistema, para assim, criar uma aplicabilidade efetiva em empresas, projetos, instituições e negócios que solicitaram este serviço.

Motivo 1: a Cibersegurança é uma carreira em ascensão

Em primeiro lugar, pense no seguinte contexto: quantas vezes, na última semana, você realizou algum trâmite na internet? Seja um pedido em algum aplicativo que realiza entrega de comida, um boleto bancário, um pix, carros de aplicativo e até mensagens em aplicativos de mensagem instantânea.

Aposto que ao ler esse cenário hipotético – apenas em minha fala, você sentiu-se absolutamente contemplado dentro de sua realidade.

Incorporamos a internet como uma parte de nós, é quase um órgão auxiliar externo e muitíssimo necessário. É necessário na vida pessoal, profissional e para a execução de simples tarefas cotidianas.
Desse modo, ao depositar tanta confiança e até o nosso dinheiro nesses trâmites e serviços, necessita-se, portanto, de uma boa rede de segurança para que os apps funcionem com êxito. Assim, as empresas responsáveis pela execução destes aplicativos e sites, contratam diversos profissionais da Cibersegurança para cuidar dos seus dados e manter os dispositivos livres de ameças.
Percebe-se, então, que a demanda tem crescido dia após dia. E, o Brasil carece de mão-de-obra especializada no âmbito da Cibersegurança. Enquanto países hiper conectados e responsáveis por diversas tecnologias que chegam até nós através da globalização, reconhecem a importância da formação em Cibersegurança há muitos anos.

Motivo 2: O mercado de trabalho global necessita de profissionais de Cibersegurança

Iremos começar este tópico, com a fala de um grande estudioso chamado Raul Colcher, sendo doutor pela UFRJ e presidente da Questera Consulting Life Senior Member, do IEE. Em uma entrevista para o Estado de Minas, Raul, alega que as organizações brasileiras estão atrasadas na implementação de tecnologias emergentes.

Ainda, completa com a seguinte fala “O campo da cibersegurança é vasto e interdisciplinar, abrangendo competências diversificadas na área tecnológica, mas também em outras, tais como as de gestão, psicologia e ciências humanas em geral. Pode-se dizer que o Brasil conta com profissionais competentes e habilitados para as técnicas básicas de proteção contra os ataques mais comuns no universo corporativo. Mas, provavelmente, em quantidade insuficiente, tendo em vista os desafios atuais e previsíveis”.

Dessa forma, quanto antes ocorrer o seu ingresso e formação em Cibersegurança, mais aquecido e com menos competição no mercado nacional, estarão à sua disposição. E, as contratações vão desde pequenas empresas até polos tecnológicos em diversos lugares do mundo.

A revolução tecnológica ao redor do mundo

Foi-se o tempo em que os Estados Unidos eram os únicos portadores de um polo tecnológico. O famoso polo norte-americano, é chamado Vale do Silício. Mas, nos últimos anos e com o crescimento exponencial do mercado tecnológico, assim como a demanda vinda tanto da indústria quanto da população, outros países tornaram-se palco de importantes polos tecnológicos.

Sendo assim, confira a lista de importantes polos tecnológicos ao redor do mundo que demandam de profissionais da Cibersegurança:

  • Vale do Silício;
  • Pequim;
  • Nova Iorque;
  • Xangai;
  • Tel Aviv;
  • Estocolmo;
  • São Paulo.

Motivo 3: a remuneração

O sistema econômico da maior parte dos países é o capitalismo. E, no que lhe concerne, funciona diante da oferta e demanda. Dessa forma, devido à procura de bons profissionais da Cibersegurança, os salários seguem aquecidos.

Dessa forma, buscamos a média salarial de diferentes níveis em relação à experiência do profissional de Cibersegurança. Segundo o site Canalconecta.com, as médias são as seguintes:

  • Técnicos no início da carreira: R$ 3.500,00;
  • Técnicos experientes: R$ 15.000,00;
  • Gerente: R$ 20.000,00;
  • Diretor: R$40.000,000.

Os salários descritos, dizem respeito a um regime CLT de contratação. Desse modo, para além do valor líquido, a empresa dispõe de benefícios como auxílio combustível ou vale-transporte, participação de lucros, seguro médico, vale-refeição e vale-alimentação.

Fica claro, portanto, que a carreira na Cibersegurança pode trazer ao profissional, não só bons salários e oportunidades, mas também, crescimento na empresa em que se atua e constantemente, novos conhecimentos.

E, aí? Gostou do conteúdo? Fique ligado também nas seguintes matérias:

Cibersegurança: quais as melhores faculdades?

Desenvolvimento de Apps Mobile: como fazer?

O quão útil foi esta matéria?

Clique na estrela para avaliar!

Avaliação média 0 / 5. Contagem: 0

Ainda sem avaliações! Seja o primeiro a avaliar.